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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Hino evangélico e simulação homoerótica com atos obscenos entre homens na parada gay do Acre

Hino evangélico e simulação homoerótica com atos obscenos entre homens na parada gay do Acre 




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Hino evangélico e simulação homoerótica com atos obscenos entre homens na parada gay do Acre 

A parada gay no Acre, que reuniu milhares de pessoas neste domingo (20), em Rio Branco, será o principal tema dos debates da terça na Assembléia Legislativa. Deputados da bancada evangélica já manifestaram descontentamento ao líder do governo, deputado Moisés Diniz (PCdoB), por causa de uma performance registrada durante o evento.

Enquanto um trio elétrico tocava o hino evangélico “Faz um milagre em mim”, dois homens simulavam sexo oral, um deles com um material de borracha, quando os manifestantes caminhavam na Via Chico Mendes, em direção ao estacionamento do estádio Arena da Floresta.

Ativista gay disse que o governo do Acre gastou R$ 30 mil no patrocínio do evento

O governo do Acre é o principal patrocinador da Parada Gay, mas o deputado Moisés Diniz, líder do governo, disse que não concordou com a atitude.

- O estado não deveria ajudar nenhuma manifestação desse tipo. Minha divergência nesse nesse campo abrange o meu governo, os evangélicos e católicos. Manifestação religiosa, de gênero e cor, o estado tem que ficar à margem. A pornografia depõe contra o movimento. Além disso, entoar o hino evangélico foi uma provocação descabida. Há fundamentalistas nas religiões, mas esse tipo de provocação também tem cunho fundamentalista. Isso é intolerância – acrescentou o líder do governo.

O ativista Germano Marino, presidente da Associação de Homossexuais do Acre, nega que o ato obsceno tenha ocorrido  enquanto estava sendo cantado o hino evangélico.

- No Carnaval, cenas como estas não são tão provocativas. Não é que a Parada Gay seja um carnaval fora de época, mas é a expressão da população em estar participando de um evento que vem somar com o gosto e a cultura popular. É quem disse que fazer sexo oral com preservativo não é uma política de estado oriunda do ministério da saúde? – indaga Marino.
O presidente da Associação dos Homossexuais do Acre disse que o governo estadual “gastou apenas” R$ 30 mil com a organização do evento.

Fonte: O ALERTA
Com informações de Terra
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