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terça-feira, 2 de julho de 2013

“Se eu fosse gay, diria que sou vítima de homofobia”, diz Marco Feliciano

Deputado vê sua popularidade crescer e pode se lançar candidato ao Senado

“Se eu fosse gay, diria que sou vítima de homofobia”, diz Marco Feliciano
"Se eu fosse gay, diria que sou vítima de homofobia", diz Feliciano

Desde que foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, a vida do deputado Marco Feliciano teve uma grande mudança. Antes um pastor que exercia seu primeiro mandato, ele não parecia ter grande influência no cenário político nacional.

Contudo, sua postura que antagoniza com os defensores dos direitos da comunidade LGBT, que se intitulam uma “minoria”, o transformou em alvo de centenas de manifestações populares em todo o Brasil. O movimento contrário ao seu nome cresceu ainda mais quando a mídia o colocou como o responsável pelo projeto da chamada “cura gay”, o que ele nega.

Para ele, esses protestos contra o seu nome não são a vontade do povo brasileiro, mas somente de um grupo pequeno, uma minoria do movimento gay.  Durante uma entrevista recente, explicou que “ninguém quer uma guerra santa” contra ele.

Ressaltou que esta acompanhado os movimentos de reinvindicação nas ruas do país e que  o movimento evangélico esteve entre “os primeiros a protestar contra a PEC 37” e a corrupção.

Ele lembra um evento coordenado pelo pastor Silas Malafaia em Brasília que reuniu cerca de 70 mil pessoas. Enfatizou ainda a força dos evangélicos “Somos 50 milhões. Então, vamos deixar quietinho né? A inteligência do povo não é dúbia. O povo não quer ser usado como massa de manobra”.

Feliciano sabe que tem se tornado alvo de críticas e de piadas nas redes sociais. Sua reação é bem-humorada: “Imagina se eu fosse gay e todo mundo falando essas coisas de mim, isso não é perseguição?
Isso não é homofobia? Não é do que eles me acusam? Então como alguém quer respeito e não respeita as pessoas? Então, todo mundo vê que isso é uma ‘festa’. Para mim tá tudo tranquilo, tá tudo em paz. Se é tão bonito ser (gay) porque eles me atacam com isso?”, questiona


O fato é que ele tem crescido em popularidade, tanto que partidos como o PR e o DEM, além do PSC, estão cogitando lançar seu nome como candidato a senador por São Paulo nas eleições do ano que vem. Com informações IG.

Fonte: Gospel Prime
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