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terça-feira, 9 de julho de 2013

Haitianos encontram no candomblé uma alternativa ao vodu

A semelhança entre as duas religiões pode fazer com que esses imigrantes não percam suas raízes culturais.

Haitianos encontram no candomblé uma alternativa ao vodu
Haitianos encontram no candomblé uma alternativa ao vodu

Enquanto centenas de haitianos estão se tornando evangélicos em Porto Velho (RO), outros estão encontrando no candomblé uma alternativa para não deixar sua religião oficial, o vodu.

De acordo com uma reportagem da BBC Brasil é grande a quantidade de imigrantes que estão frequentando terreiros de candomblé, onde os rituais são bem parecidos com os praticados pelos haitianos.

A emissora acompanhou três homens que foram levados a um terreiro pela estudante de história Jéssica Caroline. Ela realizava uma pesquisa sobre os imigrantes quando os homens revelaram que sentiam falta de cultuar aos deuses como faziam no Haiti.

Ao chegar a um terreiro numa noite de sexta-feira, Jorby Beaubrun, de 24 anos, Obenson Experience, 26, e Wilbert Derancier, 42, foram recebidos pelo babalorixá Pau Silvano que conduziu a reunião.

A única diferença notada pelos imigrantes foi a ausência de animais durante a cerimônia. “No vodu no Haiti, sempre matam cabras, galinhas e porcos em homenagem às divindades”, explicou Beaubrun.

Os três homens se comprometeram a convidar outros haitianos para participar dos cultos de candomblé, já que é tão parecido com a religião que eles exerciam. “Sem vodu não existe vida para nós, o vodu é a nossa vida”, completou Beaubrun.

Os haitianos que buscam as igrejas evangélicas da capital de Rondônia são ensinados que precisam deixar a prática do vodu para se dedicarem à nova religião. O pastor da Igreja Assembleia de Deus, Evanildo Ferreira da Silva, afirma que não força esse desligamento entre os imigrantes e a religião vodu, pois sabe que o processo de desligamento é delicado.


A AD da cidade criou uma igreja exclusiva para esses imigrantes que chegaram ao Brasil para trabalhar nas hidrelétricas do rio Madeira. Quem coordena os cultos é um pastor haitiano, Pierrelus Pierre, que fala o idioma creole, fazendo com que esses homens se sintam mais a vontade.

Fonte: Gospel Prime
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