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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Missionário é condenado a 15 anos de trabalhos forçados por evangelização

Empresário cristão está preso na Coreia do Norte desde 2012.

Missionário é condenado a 15 anos de trabalhos forçados por evangelização
Missionário é condenado a 15 anos de trabalhos forçados

Considerado o pais que mais persegue os cristãos no mundo, a Coreia do Norte prendeu o empresário Kenneth Bae, 45, acusando-o de tentar “derrubar o governo” de Pyongyang.

Nascido na Coreia do Norte, ele e sua família se refugiaram nos EUA e obtiveram a cidadania. Bae mantinha uma empresa de turismo e viajava constantemente ao seu país natal para entregar ajuda aos órfãos norte-coreanos.

Evangélico comprometido, ele pretendia ajudar a levar dezenas de missionários da organização missionária JOCUM para o país comunista, onde é proibido pela lei pregar o evangelho.

Membro de em uma igreja presbiteriana coreana em Saint. Louis, em dezembro de 2011 ele deu um testemunho antes de começar as suas viagens. “Sei que Jesus deseja que eu sirva como um “canal” de bênção. A partir deste ano, começarei a levar várias equipes missionárias de curto prazo para a Coreia do Norte”. Ele pedia orações e ofertas para concretizar o seu projeto.

Através de sua empresa, a Nations Tour, ele tinha facilidades para entrar e sair de um dos países mais fechados do mundo. Até que foi preso em maio deste ano, acusado de “atos hostis” contra o regime.

A constituição norte-coreana diz claramente “Ninguém pode usar a religião como um meio para ajudar potências estrangeiras ou destruir o estado ou a ordem social vigente.”

Segundo a organização missionária, a prisão de Bae foi concretizada após ele tirar várias fotos de crianças famintas nas ruas do país.

Esta semana, seus familiares e amigos divulgaram uma carta de Bae, onde ele explica as dificuldades que tem passado na prisão e como sua saúde está debilitada. Sua irmã Terri Chung está organizando uma série de vigílias de oração nos Estados Unidos e pedindo que se pressione o governo Obama para negociar a libertação do missionário.

Como as relações entre Pyongyang e Washington estão travadas por causa do programa nuclear coreano, é bastante improvável que isso ocorra. Uma petição na Internet pedindo que seja garantida uma “anistia especial” para Bae conta com milhares de assinaturas. “Agora é a hora. Precisamos apelar aos nossos líderes legislativos para que ajam e busquem a anistia para Kenneth,” disse Chung.

A Casa Branca não comentou que atitudes deve tomar ou se fará, de fato, algo. O silêncio sobre o assunto é muito parecido com o tratamento dado ao pastor Saeed Abedini, que está preso no Irã por causa de seu trabalho missionário.

Segundo as cartas divulgadas pela família, o missionário relata que sofre com dor nas costas, pontadas no coração, hipertensão, diabetes e sua visão começou a se deteriorar.

A mãe, Myunghee Bae, disse que enviou uma carta com recortes de versículos da Bíblia, mas não sabe se o filho recebeu. Uma das últimas imagens de Bae, divulgadas pelos coreanos para provar que ele continuava vivo, mostravam-no cerca de 20 quilos mais magro desde que foi preso. Com informações Huffington Post e Global Post.

Fonte: Gospel Prime
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