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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Feliciano, Malafaia e Sheherazade são eleitos “maiores inimigos dos gays” de 2013

Representantes da comunidade LGBT colocam 6 evangélicos no Top 10

Feliciano, Malafaia e Sheherazade são eleitos “maiores inimigos dos gays” de 2013
Feliciano, Malafaia e Sheherazade são eleitos "maiores inimigos dos gays"


O site iGay, um dos mais influentes do país no segmento LGBT, convidou militantes, juristas, blogueiros e representantes da comunidade LGBT para apontar quem foram as pessoas que mais “dificultaram as conquistas pela igualdade de direitos em 2013”. Em outras palavras, o que o site chamou de “inimigos” da causa gay no país.

Foram escolhidas 10 personalidades brasileiras pelo voto direto, com uma menção a Vladmir Puttin, presidente da Rússia. Ao site, Dimitri Sales, jurista especializado em causas LGBT, afirma que Puttin “passou a implementar uma política de eliminação de direitos, estabelecendo um governo autoritário, com fortes feições despóticas. No bojo de suas ações, adotou iniciativas destinadas a coibir manifestações em favor dos direitos das pessoas LGBT, perseguindo lideranças, utilizando-se das estruturas estatais para estimular atos de violência, assegurando a impunidade dos seus atores.”

Entre os brasileiros, o que recebeu mais votos (cerca de 80%) foi o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que após se tornar presidente da Comissão de Direitos Humanos, colocou na mídia a discussão de diversas pautas consideradas antiLGBT.

A presidente Dilma veio logo em seguida, acusada de ser omissa em relação às questões gays, em especial “sua absurda posição de não querer a votação do PLC 122/06 antes da eleição de 2014”, diz o site.

A terceira colocação ficou com o pastor Silas Malafaia, chamado de “um dos adversários mais perigosos pelo seu poder midiático e formador de opinião”. Segundo o militante gay Julio Moreira, ele “Utiliza os horários comprados em várias emissoras para demonizar o ativismo LGBT e pregar contra os avanços e direitos dessa população… embasado em dados pseudocientíficos e altamente questionáveis”.

Os seis restantes, foram lembrados por diferentes motivos. Chama atenção o fato de que a maioria são declaradamente evangélico. A cantora Mara Maravilha e a cantora Joelma atraíram a ira do movimento gay por suas declarações na mídia sobre os homossexuais.

A psicóloga Marisa Lobo e o deputado João Campos, foram lembrados por causa da controvérsia da chamada “cura gay”. Campos, que é líder da Frente Parlamentar Evangélica da Câmara dos Deputados foi chamado de “o maior inimigo… o maestro dessa sinfonia que ameaça o Estado Laico”.

Mesmo não sendo evangélica, a jornalista Rachel Sheherazade foi criticada pelo ativista gay Rafael Puetter, “ela transforma sua fé em opinião editorial e a leva a um telejornal…  O que não falta é maluco batendo palma pra ela na internet”.

Os demais foram citados por terem posturas que, na opinião do movimento LGBT, atrapalharam as lutas do grupo. Chama atenção as críticas ao autor de novelas Agnaldo Silva, que é gay, e a transsexual Thalita Zampirolli, que não se posicionaram como o movimento gostaria.

A lista dos inimigos, segundo o site iGay

1) Marco Feliciano
2) Dilma Rousseff
3) Silas Malafaia
4) Mara Maravilha
5) Marisa Lobo
6) Rachel Sheherazade
7) João Campos
8) Romário e Thalita Zampirolli
9) Joelma (do grupo Calypso)
10) Agnaldo Silva

Fonte:Gospel Prime

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Massacre contra cristãos deixou mil mortos em dois dias em país africano

Em março um grupo de rebeldes muçulmanos derrubaram o presidente da República Centro-Africana e os rivais cristãos destituíram o governo de transição iniciando uma guerra civil

Massacre contra cristãos deixou mil mortos em dois dias em país africano
Massacre contra cristãos deixou mil mortos em dois dias em país africano


Em dois dias de massacre quase mil cristãos foram mortos na República Centro-Africana, de acordo com informações da Anistia Internacional (AI).

As mortes aconteceram por conta de represálias do ex-grupo rebelde islâmico Seleka contra a população de Bagui, capital do país.

No dia 5 de dezembro a violência se intensificou quando milícias camponesas cristãs “antibalaka” (antimachetes) se infiltraram em alguns bairros da cidade e realizaram um afrontamento chamado de “operação porta a porta” matando 60 muçulmanos.

Por conta disto a Seleka adotou represálias, segundo a AI esse represália foi em larga escala contra os cristãos, matando quase mil em apenas dois dias, e praticando a pilhagem sistemática das casas de civis.

Entre as vítimas estavam mulheres e crianças que não foram poupadas do assassinato em série.

“Nossas investigações no terreno nessas últimas duas semanas não deixam lugar para dúvidas. Ambas as partes em conflito cometeram crimes de guerra e contra a humanidade”, declarou Christian Mukosa, da Anistia Internacional.

O órgão colocou três especialistas para investigarem o caso e conclusão foi que houve execuções extrajudiciais, mutilações, destruição de prédios religiosos e deslocamento forçado de várias pessoas.

O conflito na República Centro-Africana começou em março quando a coalizão rebelde Seleka conseguiu derrubar o presidente François Bozizé. O governo em transição acabou perdendo o controle, pois grupos rivais, formado por cristãos, iniciaram uma série de confrontos violentos. Antes da tomada de poder, muçulmanos e cristãos viviam pacificamente no país. Com informações R7

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Marco Feliciano se despede da Comissão de Direitos Humanos

Parlamentar acredita que ‘um raio não cai duas vezes no mesmo lugar’

Marco Feliciano se despede da Comissão de Direitos Humanos
 Feliciano se despede da Comissão de Direitos Humanos

Em fevereiro de 2014, quando acabar o recesso parlamentar, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara elegerá um novo presidente. Marco Feliciano sabe que não será reeleito: “Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Espero que o PT dê mais valor agora à essa comissão, que eles abandonaram”.

Ele conduziu sua última sessão como presidente e comenta a grande exposição do cargo, alcançado pelas constantes polêmicas. “Não sei nem se terá comissão para nós (PSC) ano que vem. Se tiver oportunidade, claro, quero voltar. O trabalho aqui foi apaixonante, mas ouvi falar que também o Solidariedade está de olho na comissão, para entregá-la ao deputado Domingos Dutra (MA)”, explica Feliciano.

Dutra era do PT e fez parte da comissão durante anos, mas saiu quando Feliciano foi eleito presidente. “Essa comissão agora vai ser disputada. Colocamos os direitos humanos na pauta das pessoas. O Brasil viu isso”, reconhece Feliciano.

O pastor faz um balanço positivo de seu trabalho, mas acredita que foi atrapalhado pelas manifestações e os ataques constantes: “Apostaram que eu renunciaria, o que não fiz. Fui alvo do ódio e da intolerância, fui atacado na minha igreja e dentro de um avião. Recebi vários processos. Comecei o ano como o inimigo público número um. E termino como um dos cem brasileiros mais influentes segundo uma revista de circulação nacional”.

Para ele, acabou saindo do cargo com ganhos políticos “O povo percebeu que sou um político com posicionamento. Que defendo com unhas e dentes o que acredito”. A notoriedade conquistada lhe abre a possibilidade de disputar o Senado nas próximas eleições. Contudo, gostaria que seu único oponente fosse Eduardo Suplicy, atualmente senador pelo PT de São Paulo.


“Não sendo arrogante, sei que estou muito bem avaliado. O caminho natural seria buscar a reeleição. Não descarto o Senado, mas desde que meu concorrente seja apenas o Suplicy. Ele carrega um nome, ou a mulher dele, que os evangélicos não gostam. Foram muitos embates com a Marta Suplicy nesses anos. Agora, tem o Serra (José Serra), o Kassab (Gilberto Kassab), são nomes fortes”, finaliza. Com informações O Globo.

Fonte: Gospel Prime

Malafaia comemora decisão do Senado de enterrar PL 122

O líder evangélico agradeceu aos senadores que votaram em favor do apensamento

Malafaia comemora decisão do Senado de enterrar PL 122
 Malafaia comemora decisão do Senado de enterrar PL 122

O pastor Silas Malafaia escreveu nesta quarta-feira (18) um artigo em seu site, o Verdade Gospel, comentando a decisão do Senado em anexar o PL 122 ao projeto de reforma do Código Penal (PLS 236/2012).

Como crítico do tal projeto, Silas Malafaia comemorou por saber que o texto que dava privilégios aos homossexuais não será mais discutido. “Depois de 7 anos de uma luta árdua contra um projeto de lei que era um verdadeiro lixo moral para beneficiar os gays em detrimento do restante da coletividade da sociedade, finalmente o senado deu um basta”, escreveu.

Aproveitando o momento, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) elogiou o trabalho dos senadores que votaram em favor do projeto do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), incluindo o Lindbergh Faria (PT-RJ) e Magno Malta.

O candidato ao Governo do Rio de Janeiro se colocou contra o próprio partido ao votar favoravelmente ao projeto de apensamento da PL 122.

“Mesmo o PT usando todo o seu poder político para aprovar esta aberração, e tenho eu aqui que ressalvar a atitude corajosa do senador Lindbergh Farias que contrariando a decisão partidária, votou pelo fim do PLC 122/06″, disse Malafaia.

O pastor evangélico também criticou a postura de Walter Pinheiro (PT-BA) que resolveu não participar da votação para não ter que contrariar o partido. Pinheiro é da Igreja Batista em Salvador e faz parte da Frente Parlamentar Evangélica que tem lutado contra o PL 122 em todos esses anos.

O PLS 236/2012 engloba o assunto de discriminação ao tipificar a intolerância, o racismo e todo tipo de violência, não deixando os homossexuais desprotegidos e garantindo a punição para casos de discriminação.
Ao comemorar a decisão, Malafaia voltou a dizer que o texto privilegiaria um grupo e que agora venceu “a liberdade que o estado democrático de direito dá aos seus cidadãos”.


Malafaia também fez um alerta para ao povo evangélico: “Por fim, preste bastante atenção nos senadores que votaram pelo fim do PLC 122/06, os senadores que votaram a favor da permanência do projeto, e também os que estiveram presentes, mas saíram na hora da votação, se omitindo de maneira covarde de uma posição firme contra uma aberração deste nível”.

Fonte: Gospel Prime

Funai dificulta o acesso de missionários em tribos indígenas

ANAJURE emite nota contra proibição de trabalhos missionários com índios

Funai dificulta o acesso de missionários em tribos indígenas
ANAJURE contesta proibição de trabalhos missionários com índios

A Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB) e o  Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI) escreveram uma nota pública contra as ações do Governo Federal e da FUNAI que estão impedindo o acesso dos missionários junto as tribos indígenas que por anos recebem apoio espiritual e social desses grupos.

Alegando a proteção dos índios e de suas culturas, o governo tenta barrar os trabalhos missionários que não pregam apenas uma religião, mas promovem programas de educação e saúde.

A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) está prestando apoio jurídico para as entidades cristãs, buscando reverter esses programas por meio da Lei.

“O  fato é que, em geral, a atitude do Governo e da FUNAI é, de certa forma, hostil e autoritária. Há flagrantes violações às liberdades civis fundamentais dos indígenas – que, ressalte-se, desejam a presença das missões – e dos missionários”, diz o presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana.

“Impedimentos ao livre exercício da liberdade religiosa, da liberdade de expressão e ao desenvolvimento de programas sociais históricos tem acontecido a todo momento, de modo que chegou a hora de acionarmos as instâncias jurídicas do nosso país e de organismos internacionais para buscarmos o resguardo dos nosso direitos e dos indígenas”, completa.

Na nota as entidades lembram que esses trabalhos são realizados há mais de 100 anos e que não devem ser comparados com a catequização. “Apesar de reconhecermos que houve desacertos no passado, cometidos em nome de um cristianismo equivocado, em geral, a atuação missionária nas áreas indígenas brasileiras está historicamente associada à preservação física, social, cultural e lingüística desses povos”, dizem.

O texto também deixa claro que as culturas locais e a língua são preservadas, tanto que mais de 600 trabalhos acadêmicos foram realizados por missionários para preservar os povos e suas línguas.

Leia a nota na íntegra:

A Associação de Missões Transculturais Brasileiras – AMTB, legítima representante de 47 agências missionárias transculturais brasileiras, 14 das quais atuam entre os povos indígenas do Brasil, e o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas – CONPLEI, com o apoio jurídico da Associação Nacional de Juristas Evangélicos – ANAJURE, fulcrados nos princípios constitucionais da liberdade de expressão, da livre manifestação do pensamento e da liberdade religiosa (Art. 5º, incisos IV, VI e IX, Constituição Federal), vem, através do presente expediente, expor aos Poderes Públicos da República Federativa do Brasil e à Sociedade, o que adiante se explicita:

1º) Frente à adoção crescente de políticas públicas e medidas administrativas impeditivas da presença missionária nas áreas indígenas, a partir da assunção de pressupostos – por certo sem base na realidade fáctica, histórica e jurídica – que assentem que a atuação missionária, por si só, é nociva a esses povos, é chegado o momento de demonstrarmos, através de todos os meios de prova legais e legítimos existentes no Direito, que tais premissas não se sustentam ao serem cotejadas com os fatos históricos da nossa atuação entre os povos indígenas nesses mais de 100 anos. Apesar de reconhecermos que houve desacertos no passado, cometidos em nome de um cristianismo equivocado, em geral, a atuação missionária nas áreas indígenas brasileiras está historicamente associada à preservação física, social, cultural e lingüística desses povos. Nesse sentido, afirmamos, peremptoriamente, que não mais admitiremos injurias, difamações ou calúnias de qualquer natureza, sem a devida prova da alegação, sobre nossas agências e missionários.

2º) Frente às sugestões de que nossa ação junto aos povos indígenas é meramente catequizadora, é momento de trazer a público, de modo mais contundente ainda, as iniciativas e ações missionárias desenvolvidas por nossas agências ao longo de décadas. Ações essas, notadamente, nas áreas de saúde, educação, subsistência e preservação lingüístico-cultural dos povos indígenas, com reconhecimento do próprio orgão indigenista oficial, primeiro SPI (Serviço de Proteção ao Indio) e posteriormente FUNAI (Fundação Nacional do Indio), em tempos anteriores a esta onda de perseguição institucional à qual, certos setores, têm-nos submetido. Conforme o relatório “Indígenas do Brasil”, publicado em 2010 pelo Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (DAI-AMTB), há 257 programas sociais entre as 182 etnias indigenas com presença missionária, nos quais foram realizados mais de 100 mil atendimentos médicos e odontológicos tão-somente entre os anos de 2010 e 2012, a grande maioria sem qualquer participação financeira governamental. Assim também, na área acadêmica, nossas agências, através de um trabalho meticuloso e abalizado, metodológica e cientificamente, produziram, nos últimos anos, mais de 600 materiais de cunho acadêmico-educacional sobre línguas indígenas de povos originários brasileiros, preservando-se, assim, importante acervo memorial e cultural da nossa nação. Nesse sentido, é de se ressaltar, também, que as ortografias indígenas que hoje estão em uso foram, majoritariamente, desenvolvidas por instituições missionárias, num esforço intelectual que, de longe, supera projetos de extensão acadêmica levados a cabo, com amplo financiamento, em universidade públicas federais ou estaduais, por exemplo. Assim também, é de se destacar os posicionamentos das nossas agências missionárias, relativos a conflitos de terras e outros tipos de exploração, sempre em defesa dos povos indígenas.

3º) Frente às diversas tentativas de cerceamento dos direitos das comunidades indígenas, através de um patrulhamento ideológico, por certo, inconstitucional e ilegal, onde se desconsidera, inclusive, os princípios da autonomia da vontade e da autodeterminação dos povos indígenas, buscando-se perpetuar uma situação de tutela e assistencialismo estatal já superadas nos planos acadêmico e jurídico, é momento de nos posicionarmos, mais firmemente, a favor de tais direitos constitucionais e infraconstitucionais das comunidades indígenas, direitos esses garantidos não só pela nossa Magna Carta, mas também e, sobretudo, por tratados internacionais. Nesse sentido, vale citar: a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) – aprovada pelo Congresso Nacional brasileiro em 25 de agosto de 1993, e entrando em vigor através do Decreto Legislativo n. 143, de 20 de junho de 2002 –; a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, aprovada pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 13 de setembro de 2007, tendo o Brasil como país signatário; e os diversos posicionamentos da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA – Organização dos Estados Americanos, todos no sentido da prevalência do princípio da autodeterminação dos povos, inclusive, da capacidade dos povos indígenas de celebrarem tratados internacionais e terem sua própria ordem jurídica, em coexistência com a dos Estados Nacionais onde seus territórios estejam encravados. Tudo isso para garantir que os povos indígenas tenham seus direitos assegurados, como é o caso do Direito de Liberdade Religiosa.

4º) Frente às constantes perseguições e repetidas tentativas de impedimento das atividades missionárias junto aos povos indígenas do Brasil, é momento de denunciarmos que determinados setores da sociedade brasileira, alguns, infelizmente, ligados ao próprio Estado, orientados por uma ideologia, declaradamente, anticristã e antidemocrática, têm promovido acintosamente uma perseguição ideológica e religiosa às nossas agências e missionários, ferindo-se, assim, frontalmente, liberdades civis fundamentais, como é o caso da nossa Liberdade Religiosa, de Culto e de Expressão. Até o presente momento, nossas agências adotaram uma postura equilibrada, de paz, respeito, tolerância, sempre e apenas se defendendo. Mas é chegado o momento de, no plano político e jurídico, lutarmos pelos nossos direitos constitucionais e legais. A história da nossa atuação missionária, nesses termos, é a expressão do nosso testemunho cristão, de modo que não mais nos resignaremos perante perseguições e falsas acusações, que ferem a honra de indivíduos e organizações missionárias. Destarte, também não aceitaremos mais passivamente o cerceamento dos nossos direitos constitucionais – assim como dos próprios povos indígenas – de servir ao próximo e compartilhar livremente nossa fé e crença, sempre de forma voluntária, respeitosa e dialogal, submetendo-nos, como sempre foi, aos parâmetros jurídicos vigentes.

Ex positis, como um primeiro passo nessa direção, nossas instituições supra indicadas e infra assinadas por seus mandatários, colocam-se à disposição da Sociedade Brasileira e dos Poderes da República Federativa do Brasil, em especial dos órgãos oficiais de administração dos povos indígenas e o Ministério Público Federal, a fim de dialogar sobre as questões acima elencadas, com o fito de, de uma vez por todas, o Estado brasileiro deixar de impedir ou restringir, inconstitucional e ilegalmente, nossa atuação histórica em terras indígenas.

Neste momento, é o que nos cumpre.
Brasília, 12 de dezembro de 2013

Cassiano Batista da Luz
Presidente AMTB
(Associação de Missões Transculturais Brasileiras)

Henrique Terena
Presidente CONPLEI
(Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas)


Dr. Uziel Santana dos Santos
Presidente ANAJURE
(Associação Nacional de Juristas Evangélicos)

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Billy Graham está perto da morte

Não vai demorar muito para ele “ir para a casa do Pai”, diz o neto Will Graham.


Billy Graham está perto da morte
Billy Graham está perto da morte


Billy Graham já foi chamado de o maior evangelista do século 20, tendo pregado o Evangelho em dezenas de países, seus apelos já ajudaram a salvar a alma de milhões de pessoas. Aos 95 anos de idade, completados dia 7 de novembro, sua saúde está debilitada. Há anos trava uma luta contra o Mal de Parkinson, pneumonias, câncer de próstata, além de problemas pulmonares.

Franklin Graham, que hoje lidera o ministério que leva o nome de seu pai, recentemente veio a público pedir orações pela saúde do evangelista. Ao falar sobre a grande repercussão da cruzada televisiva “Minha Esperança”, afirmou: “Os sinais vitais são bons. Ele está fraco e em casa”. Acrescentou porém, que mesmo convalescente, Billy está escrevendo um outro livro “sobre um assunto que Deus colocou em seu coração. Só o Senhor sabe o que está reservado para nós quando nos dedicamos a servi-lO”.

Contudo, o neto Will, não demonstra otimismo. “Eu vi o meu avô na semana passada, e ele não está nada bem”, afirmou. “Ele não está sofrendo, nem nada. Mas a velhice está sugando a vida dele”.

Foi mais longe: “Dia 7 de novembro [dia que a última cruzada foi televisionada, ele terminou a sua corrida. Até aquele momento, Deus havia protegido sua saúde e lhe deu uma força sobrenatural. Agora, a única coisa que resta para ele é voltar para casa”

Com internações seguidas nos últimos anos por causa dos problemas de saúde, Billy Graham atualmente está em uma cadeira de rodas e raramente é visto em público.

Billy Graham organiza eventos evangelísticos de massa (cruzadas) desde 1948. Foi conselheiro espiritual de vários presidentes americanos. De acordo com os dados divulgados pelo seu ministério, ele já pregou pessoalmente para mais pessoas do que qualquer pregador da história ao redor do mundo.

Estima-se que a audiência de suas cruzadas totaliza 210 milhões de pessoas em 185 países. Se forem incluídos os programas de rádio e televisão, superaria os 2 bilhões de pessoas alcançadas. Com informações WJTV.

Fonte: Gospel Prime

Aline Barros rejeita convite para participar da novela Amor à Vida

Ela iria se apresentar no culto de réveillon na igreja da trama e falaria sobre religião com os personagens

Aline Barros rejeita convite para participar da novela Amor à Vida
Aline Barros rejeita convite para participar da novela Amor à Vida



O jornal Extra publicou nesta quarta-feira (18) que a cantora Aline Barros vai participar de uma cena da novela “Amor à Vida”, da Rede Globo. A publicação afirma que a cantora gospel contracenaria com o núcleo evangélico da trama ao participar do culto de réveillon que vai ao ar no dia 31 de janeiro.

Mas de acordo com a assessoria da MK Music, Aline Barros realmente foi convidada, mas não pode aceitar o convite. Os motivos da recusa não foram informados.

Aline Barros esteve na tela da Globo no último domingo (15) participando do “Festival Promessas” e foi a cantora que mais teve espaço no programa. Foram sete canções no total, incluindo uma música do trabalho infantil e a música de encerramento que contou com a participação de Bruna Karla e Ana Paula Valadão.

Além do Festival, Aline já participou de outros programas da emissora carioca. Este ano, por exemplo, ela abriu sua casa para a apresentadora Angélica mostrando o imóvel onde mora com seu esposo, pastor Gilmar dos Santos, e seus dois filhos, Nicolas e Maria Catherine, e falando da rotina de sua família para o programa “Estrelas”.

Em 2012 a cantora gospel fez a apresentadora Xuxa se emocionar com a canção “Ressuscita-me” durante uma apresentação no programa “TV Xuxa”.

Fonte: Gospel Prime

Cientistas apontam que origem da vida pode estar no barro

Pesquisa aponta para situação presente em narrativa da Bíblia

Cientistas apontam que origem da vida pode estar no barro
Cientistas apontam que origem da vida pode estar no barro


A Bíblia afirma no Livro de Gênesis que Deus formou o homem do pó da terra. Este evento pode agora ser confirmado por um estudo realizado por cientistas da Universidade de Cornell, em Nova York.

Liderados pelo professor de engenharia biológica e ambiental Dan Luo, o estudo indica que alguns tipos de argilas facilitaram a formação de moléculas orgânicas que tornam possível a vida no planeta. Essa argila contém uma série de minerais, como alumínio, silício e oxigênio, e sua composição forma uma substância chamada “hidrogel”.

Trata-se de um polímero que forma um conjunto de espaços microscópicos capazes de absorver líquidos, tais como uma esponja, em que são produzidas as reações químicas para a síntese de proteínas, DNA e as células vivas.

O material sugere que “nas origens da história geológica, o hidrogel exerceu a função de contenção de biomoléculas que catalisam reações bioquímicas”. Para testar a sua hipótese, os pesquisadores usaram hidrogéis sintéticos. Ficou comprovado que o material celular formou as proteínas que codificam o DNA.

Hidrogéis de argila poderiam ser um lugar seguro e protegido para as moléculas orgânicas longas, evitando a sua degradação por influência externa, até a membrana que envolve as células vivas foi desenvolvida para criar a chamada “sopa primordial”, onde a vida apareceu, afirmam os pesquisadores.

Esse tipo de barro (argila) mostrou-se um caminho promissor para as biomoléculas, que tendem a aderir à sua superfície, quando ele se comporta como um hidrogel. O professor Luo garante que o hidrogel de argila protege melhor seu conteúdo das enzimas “nucleases” (consideradas prejudiciais) que podem desmantelar o DNA e outras biomoléculas.

Colabora para isso os relatos de eventos geológicos, que coincidiriam com os eventos biológicos. Ainda é preciso estudar como essas máquinas biológicas evoluíram, reconhece Luo. Com informações Telegraph e CBN.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Se a sua igreja vende voto por tijolo, ela é corrupta, diz Rubens Teixeira

Muitos líderes religiosos oferecem espaços nos cultos para políticos em troca de favores

Se a sua igreja vende voto por tijolo, ela é corrupta, diz Rubens Teixeira
"Se a sua igreja vende voto por tijolo, ela é corrupta"


O teólogo e doutor em Direito Rubens Teixeira participou do programa “Antenados”, da Rede Super, e fez alguns alertas ao povo evangélico sobre o pedido de votos feito por alguns líderes evangélicos.

O primeiro alerta se refere aos motivos pelos quais esses líderes estão pedindo votos. “Se você não souber o porquê, me desculpe, mas é porque você está sendo alienado”, disse. Teixeira pede cuidado aos eleitores, pois ao votar só pela indicação do pastor o fiel está ajudando a construir um “país alienado”. “Você tem que saber por que você vota”.

A indicação só vale se o religioso souber explicar o que tal candidato fez de bom para o país. “Deus te dá o livre arbítrio de votar, o Estado brasileiro também dá pela democracia e aí você se deixa enganar por um show”.

Rubens Teixeira afirmou também que aceitar promover um político em troca de favores é se corromper. “Se a sua igreja vende voto por tijolo, a sua igreja é corrupta e você também. Se a sua igreja pede dinheiro para político de onde ele vai tirar dinheiro?”, questiona.

O teólogo se refere aos acordos entre líderes e candidatos. Muitas vezes as igrejas abrem espaços para pedir votos e em troca recebe benefícios que acabam saindo dos cofres públicos, caso o candidato ganhe a eleição.

“Vamos parar com esta patifaria”, diz ele dizendo que o direito ao voto não pode ser tirado por ninguém, independente do título eclesiástico.
Assista:

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Psicóloga Marisa Lobo será candidata no Paraná

Marisa se filiou ao PSC e conta com o apoio do deputado Marco Feliciano

Psicóloga Marisa Lobo será candidata no Paraná
Guru de Feliciano será candidata no Paraná

A psicóloga Marisa Lobo se filiou ao PSC (Partido Social Cristão) e vai tentar uma vaga na Câmara Federal representando os eleitores do Paraná.

De acordo com a Folha de São Paulo, o partido acredita que a profissional, conhecida por se autodenominar “psicóloga cristã” conquistará muitos votos que irão favorecer a legenda nas eleições de 2014.

Ao lado do cirurgião plástico Robert Rey, o “Dr. Hollywood”, e do deputado pastor Marco Feliciano, Marisa Lobo deve conquistar ao PSC outras cadeiras na Câmara.

A candidatura da psicóloga tem apoio de Feliciano, atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), eles se tornaram amigos desde quando o deputado evangélico passou a ser criticado nacionalmente.

“Houve momentos turbulentos no início da minha presidência na comissão. Seus conselhos foram de grande valia, sua preocupação com minhas filhas me sensibilizou”, disse Feliciano. O vice-presidente do partido, o pastor Everaldo Pereira, possível candidato à Presidência, definiu Marisa como “mulher brava no bom sentido”, acreditando que ela “lutará pela causa da vida” e “contra a maconha”.

Mas além desses assuntos, Marisa já tem levantado outra bandeira que a tornou nacionalmente conhecida: a luta contra o ativismo gay que quer cassar seu registro de psicóloga.

O Conselho Federal de Psicologia já chegou a forçar que ela apagasse de suas redes sociais e sites todas referências ao cristianismo, pois pelas regras o psicólogo não pode impor suas crenças aos pacientes.

Acreditando não estar ferindo este princípio, já que as redes sociais não são acessadas unicamente por seus pacientes, ela se negou a obedecer a ordem e por mais vezes quase perdeu o diploma.

“Minha fé não nego por nada, nem pela minha profissão”, disse ela no Twitter. Acusada de homofobia, Marisa já declarou diversas vezes que sua postura como cristã não é um preconceito contra homossexuais e que, inclusive, ela já abrigou um travesti em sua casa.

Outro assunto polêmico da pré-candidata é a defesa da “cura gay”. “Comportamento homossexual é pecado. A Marisa Lobo psicóloga não entra nessa questão. Mas a Bíblia diz. Ponto final [...] Se o desejo é não desejar pessoas do mesmo sexo, isso é direito humano dele. Se a pessoa pegar a chave do armário e se trancar, ótimo, problema dela.”

Trabalho reconhecido

Apesar de toda essa polêmica sobre ativismo gay versus cristianismo, o trabalho de Marisa Lobo já foi reconhecido quando o assunto é dependência química.

Ela chegou a ser convidada pela ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, para participar do lançamento do programa de combate ao crack.


Marisa Lobo criou também o projeto Maconha Não, que endossa internações compulsórias de dependentes e autoriza repasse de recursos para que comunidades terapêuticas consigam tratar desses usuários e recuperá-los.

Fonte: Gospel Prime

Baixa audiência e críticas marcam Festival Promessas na Globo

O programa teve média de 8,3 pontos na Grande São Paulo.

Baixa audiência e críticas marcam Festival Promessas na Globo
Baixa audiência e críticas marcam Festival Promessas

A terceira edição do Festival Promessas não gerou o resultado esperado pela Rede Globo e nem para os telespectadores. A transmissão do show gospel neste domingo (15) teve baixa audiência e muitas críticas nas redes sociais.

De acordo com o site “Notícias da TV” o programa teve média de 8,3 pontos na Grande São Paulo (cada ponto representa 62 mil domicílios). A Globo não contava que o SBT colocaria o sertanejo Luan Santana no mesmo horário, deixando o programa da apresentadora Eliana praticamente empatado com 7,5 pontos.

No domingo passado, no mesmo horário, o festival Sintonize, de música sertaneja, registrou 21% a mais no ibope e no domingo retrasado foram 32% a mais.

Nas redes sociais o show gospel também teve baixa e ao contrário dos primeiros anos, não chegou ao topo dos assuntos mais comentados no Twitter.

Os internautas comentaram bastante sobre as apresentações de Jonas Vilar, Diante do Trono, Oficina G3, Bruna Karla, Thalles Roberto e Aline Barros, mas muitos deles foram críticas ao evento.

Muitos evangélicos não aprovaram o programa, por ser mais um show musical que um espaço para levar a mensagem verdadeira do Evangelho.

“Um evento cheio de idolatria, cheio de ganância, cheio de amor ao dinheiro. Uma vergonha! Ser cristão verdadeiro não é cantar musiquinhas gospel e dizer que é evangélico. Não é assim, e o Festival Promessas não nos representa”, escreveu Richardson Gomes no Facebook.

“O que se viu na tela da Rede Globo, nesta tarde de domingo 15/12, não passou de um show de exagero, breguice, meninice é pouco, mas muito pouco compromisso com o sentido real da palavra ‘evangelho’!”, escreveu Gesson Vasconcelos também no Facebook.

Na fanpage do Gospel Prime lançamos a pergunta aos nosso seguidores e tivemos as mais diferentes respostas: “Acho que a rede esgoto só quer ibope. Nunca gostou dos cristãos. Quanto aos artistas, acho que a maioria estão cantando e não louvando”, opinou Mayra Sant’Anna.

Já Johnnson Cavalcante olhou o evento de outra forma: ” Achei proveitoso o nível profissional, espiritualmente falando nada a conquistar…”.

Não evangélicos aprovaram o evento

Enquanto o assunto divide opiniões entre os evangélicos, fiéis de outras religiões aprovaram o evento e mostraram nas redes sociais a emoção que sentiram com as apresentações. “Não sou evangélico não, mas tem umas músicas que tocam o nosso coração e são bem bonitas”, escreveu o usuário Carlinhos do Twitter @carlosed_18.

Pelo Facebook a católica Luzinete Lopes disse que estava emocionada. “Que Festival de Promessas maravilhoso, pena que acabou. Eita mulher que canta lindo, Aline Barros. Até choro com essa música que ela cantou”.

Festival de intolerância

Entre as críticas feitas pelo Twitter muitos usuários aproveitaram o momento para ofender os evangélicos de forma geral. “As cantoras são barangas, cafonas, publico é feio as músicas horrorosas. Porque catso a Globo tá passando essa bosta de #FestivalPromessas?”, escreveu o perfil @PietraVeneno.

Este não foi o único que resolveu assistir ao festival apenas para criticar. O usuário Edinho (@emhjr) escreveu: “Estou assistindo o #FestivalPromessas na casa dos parentes crentelhos e agora tenho certeza que esse povo come merda.”

O blogueiro Celso Dossi criticou quase todos os artistas que se apresentaram, chegando a fazer piada sobre cantora Ana Paula Valadão não apenas a respeito da roupa, mas também ao timbre de voz, ele apagou os posts em seguida.

Também chamou a cantora Bruna Karla de gorda dizendo que ela tem “cintura de frango em Cristo”. “Ser gulosa não é pecado? Cintura de frango em Cristo. #FestivalPromessas”.

Minutos depois Dossi mostrou o motivo da sua bronca contra evangélicos: “Se essa gente aceitasse gays, os modelitos, as maquiagens e os cabelos não seriam tão bregas. #FestivalPromessas.”

Muitos outros perfis trataram o programa da mesma forma e receberam respostas por parte dos evangélicos. “Engraçado que a comunidade gay que ficam pedindo direitos e tal desrespeitam a fé alheia nessas horas. Muito feio. #FestivalPromessas”, escreveu Pedro Batista.

“Acho tão feio quando as pessoas zombam da fé alheia. Respeitar pra que, né? #FestivalPromessas”, tuitou Daniel César.

Assista na íntegra:






Fonte: Gospel Prime

sábado, 14 de dezembro de 2013

Manual da surra: Livro cristão sobre criação de filhos causa polêmica

Os autores são pastores conservadores e desde 1994 venderam mais de 800 mil cópias

Manual da surra: Livro cristão sobre criação de filhos causa polêmica
Livro cristão sobre criação de filhos causa polêmica

O livro ‘To Train Up a Child’ (‘Treinando uma Criança’) escrito pelo casal de pastores Michael e Debbie Pearl tem causado revolta em pais e educadores dos Estados Unidos.

Os autores ensinam os pais a corrigirem seus filhos usando palmadas, cintos e varas, mas depois que três crianças morreram espancadas por seus pais, possivelmente leitores do livro, a obra passou a ser investigada.

“Treinar é condicionar a mente da criança antes que surja uma crise; é uma preparação para obediência futura, instantânea e sem questionamentos”, afirma o primeiro capítulo do livro.

Em outras páginas os pastores aconselham a usarem um régua de 30 centímetros ou um galho pequeno de chorão para corrigir crianças com menos de um ano e galhos maiores ou cintos para corrigir crianças maiores.

O livro foi lançado há anos e fez muito sucesso entre os pais mais conservadores, ensinando que as crianças precisam ser “treinadas” desde muito cedo para se tornarem obedientes.

As lições do casal Pearl são de fato exageradas, os autores chegam a sugerir que os pais se sentem em cima das crianças antes de bater. “Se você precisar sentar em cima dela para bater nela, não hesite. E segure ele nessa posição até que ele se renda. Derrote-o completamente”.

O site G1 mostrou o testemunho de uma mulher que usou o nome falso de Hannah. Filha de batistas tradicionais do noroeste da Flórida, ela relata que apanhava muito e muitas vezes sem ter um motivo.
Hannah diz que uma vez seu pai se descontrolou na hora de castigá-la ao descobrir que ela tinha brigado na escola. Ele teria usado réguas e paus, chegando a quebrar cinco galhos durante a surra.

“Nas semanas seguintes, eu não conseguia sentar direito [devido à dor] e ele me dizia ‘pare de fazer melodrama, o que há de errado com você?’ Minha mãe me examinou e [a região próxima ao meu cóccix] estava ferida e inchada”, recorda.

Ela acusa o livro dos pastores de terem influenciado seus pais a serem tão violentos com ela e com sua irmã mais nova.

Mas Hannah não é a única pessoa que cresceu sob as normas da obra, pois o livro já vendeu mais de 800 mil cópias em todo o país. A primeira edição foi lançada em 1994 e só em 2010 é que foi identificado um caso de morte por espancamento cujo réu era leitor do livro.

O caso foi da pequena Lydia Schatz, que morava na Califórnia. Um dia depois foi registrada a morte de Hana Williams, de Washington. Todas elas mortas por espancamento. Os pais foram presos e cumprem pena por homicídio.


O terceiro caso aconteceu no estado da Carolina do Norte e a mãe teria sufocado a criança com o cobertor. As perícias realizadas pelos legistas mostram que todas as crianças foram castigadas, antes de morrer, por artefatos de plástico, exatamente como está descrito no livro.

Fonte: Gospel Prime

Padre explica a importância da aliança política entre católicos e evangélicos

Ele cita a forte influência de movimentos homossexuais que querem destruir os valores judaico-cristãos

Padre explica a importância da aliança política entre católicos e evangélicos
Padre propõe aliança política entre católicos e evangélicos


O padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior postou um vídeo em seu canal no Youtube falando sobre a união entre católicos e evangélicos na política nacional.

Ele lembrou que há muitas pessoas que não aceitam essa aliança e até torcem contra ela. Azevedo Júnior propõe deixar de lado o que divide as duas crenças para buscar o bem comum. O padre se refere ao movimento homossexual que tem como objetivo destruir o patrimônio moral do ocidente.

“Um bando de celerados colocou na cabeça ‘que a moral judaico-cristã só fez desgraça, então nós temos que acabar com ela’, e acabar com a moral judaico-cristã é acabar também com essa instituição chamada família”, disse.

O pároco comenta que a maior parte da população é a favor da moral judaico-cristã e da família e para não deixar que católicos e evangélicos lutem por ela, elas estão dispostos a colocar as duas religiões uma contra a outra.

“Nós precisamos nos unir para que isto não seja destruído”, disse ele pedindo apoio também dos grupos espíritas que também estão empenhados a defender a família.

O padre, que já gerou polêmica ao chamar os protestantes de “otários”, disse que apesar das diferenças religiosas, os dois grupos precisam se unir para defender a família e a moral judaico-cristã.

“Nós católicos e os evangélicos estamos perfeitamente de acordo que neste campo (de crenças) não tem acordo. Mas não é neste campo que queremos firmar este acordo, é no campo político”, disse ele. O desafio dessa aliança polícia é aprender a respeitar as diferenças religiosas de ambas as partes e assim construírem uma força que vai salvar os valores morais da civilização.

“Nós vemos a nova invasão dos bárbaros”, disse ele se referindo ao movimento homossexual. “Mas não são bárbaros que vêm com a guerra, mas são bárbaros que vêm com a língua bifurcada como a serpente. Todos eles têm a língua bifurcada, eles dizem uma coisa, que para a população significa uma coisa, mas para eles outra”.

Ricardo Azevedo chama a atenção para a imposição do termo “identidade de gênero” que pode parecer tratar de igualdade entre homens e mulheres, mas que na verdade significa “transformar nossas escolas em fábricas de pessoas versáteis sexualmente”.

“O que eles estão planejando é acabar com a instituição familiar e para acabar com a instituição familiar eles precisam acabar com o papel de marido, mulher, macho, fêmea, filho, pai e mãe”, alerta.

No final do vídeo ele reafirma que os cristãos não aceitam esse tipo de ideologia e isso não significar desrespeitar as minorias. “Iremos respeitar todos os tipos de pessoas, mas não podemos tolerar é que as nossas escolas se transformem em fábricas de destruição do patrimônio moral”.

Assista na íntegra:

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Festival de música gospel premia jovens em Ouro Preto do Oeste

O idelizador do projeto é o Pastor José Pocidônio, que convocou os jurados, especializados em música, e tem o apoio do deputado estadual Jaques Testoni.

As melhores cinco apresentações foram premiadas

A promoção da cultura é também uma das premissas do deputado estadual Jaques Testoni (PSD), estimulando crianças e adolescentes através de eventos no município de Ouro Preto do oeste como o primeiro Festival de Música Gospel, realizado neste último final de semana.

Para o parlamentar, os jovens que participaram da competição devem continuar estudando música e canto. “Valorizar e incentivar a cultura local são formas de descobrir novos talentos e dar a eles a oportunidade de conhecerem novas formas de arte e expressão”, acrescentou.

Genedite Rodrigues, coordenadora regional de educação da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) explicou que 10 escolas estaduais participaram das etapas e que cada unidade escolar enviou um representante para a competição. “O idelizador do projeto é o Pastor José Pocidônio, que convocou os jurados, especializados em música. A participação da comunidade e dos familiares que vieram apoiar os representantes de cada escola também é muito importante, além do apoio dos agentes públicos como o prefeito Alex Testoni e o deputado Jaques”.

De acordo com a coordenadora Genedite, em 2014 acontecerá a segunda edição do festival, entretanto, todos os gêneros musicais serão inseridos, a fim de ampliar o número de participantes. A vice-prefeita Joselita Araújo também esteve prestigiando o evento.

Confira a premiação:

Colocação Nome Prêmio
5º Lugar Ana Karoline e Evilásia Oliveira Relógio de pulso
4º Lugar Ludymilla Mikaela Fone de ouvido
3º Lugar Carine Gomes Celular
2º Lugar Fernanda de Paula Violão
1º Lugar Saymiton de Lima Teclado



Após prometer diminuir perseguição, governo chinês prende mais cristãos

23 cristãos estão desaparecidos após terem igreja fechada pela polícia

Após prometer diminuir perseguição, governo chinês prende mais cristãos

Após prometer diminuir perseguição, governo chinês prende mais cristãos


Oficialmente, o governo comunista da China defende o ateísmo, mas, diferentemente da ex-União Soviética, deixou de encarar a religião como “o ópio do povo”. Foi o que indicou o novo diretor da Administração Estatal para os Assuntos Religiosos, Wang Zuoan.

“O Partido Comunista Chinês começou a encarar a religião com uma perspectiva mais positiva”, disse Wang Zuoan em uma entrevista recente ao jornal Diário do Povo, órgão oficial do Partido Comunista chinês. “A antiga União Soviética e as nações do (extinto) Pacto de Varsóvia não conseguiram lidar bem com as questões religiosas. Isso serviu como uma grande lição para a China”, acrescentou.

O diretor reconhece que “a influência da cultura ocidental na China, incluindo o cristianismo, aumentou muito… é normal que a religião se consolide durante o processo de modernização de um país… A sociedade chinesa está se tornando cada vez mais tolerante. As pessoas não são mais assediadas por seguirem uma religião… O governo chinês atribui à religião um papel mais positivo, encorajando que ela se adapte à sociedade socialista”, assegurou.

“Basicamente, a religião defende a paz, a reconciliação e a harmonia… e pode desempenhar um importante papel na sociedade. Mas devido a vários fatores complexos, a religião pode se tornar uma isca para a agitação e antagonismo. É preciso ser muito claro sobre este ponto”, encerrou Wang.

Mas na prática, a perseguição continua. Em meados de novembro, cerca de uma dúzia de policiais entraram na Igreja Cristã de Nanle, na província de Henan. Zhang Shaojie, que é o pastor da igreja, e mais 23 membros foram presos e levados para um local não divulgado.

Desde então ninguém sabe como eles estão e se continuam vivos. A prisão arbitrária gerou uma onda de protestos dos membros da família e da igreja, que desde então tem se reunido em frente à delegacia de polícia local. De acordo com a ChinaAid, uma missão internacional que luta pelos direitos religiosos na China, as autoridades ameaçaram os manifestantes e alguns foram presos, incluindo as duas das irmãs do pastor.

A prisão de Pastor Shaojie acabou gerando um efeito negativo em cascata para o governo. Primeiramente por que ocorreu apenas um dia após o Comitê Central do Partido Comunista prometer acabar com o programa de “reeducação pelo trabalho”. Já são 50 anos de duração desta variação da lei, a qual permite que qualquer cidadão seja condenado a até quatro anos de prisão pela polícia, sem passar por um julgamento.

O outro aspecto negativo é que a igreja pastoreada por Shaojie não era uma reunião ilegal feita nas casas. Trata-se de uma igreja que possui o registro junto ao governo. Por causa disso, surge um novo motivo de preocupação para os milhões de cristãos chineses que acreditavam que o governo finalmente relaxaria em sua perseguição ao cristianismo.

Organizações como a ChinaAid vem divulgando informações sobre a Igreja Perseguida na China há anos e pressionado a Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional, do governo norte-americano. O objetivo é levar esse tipo de debate para as assembleias da ONU e para isso usam todos os grupos de defesa dos Direitos Humanos que se interessem pelo caso.

A liberdade de religião é garantida pelo artigo 36 da Constituição chinesa, embora seja limitado a organismos religiosos sancionados pelo Estado. Todos os que praticam a sua religião fora destes parâmetros podem ser acusado de participar de atividades ilegais.


Oficialmente, o número oficial de cristãos na China é cerca de 20 milhões, sendo dois terços de evangélicos. A religião com mais adeptos na China é o budismo. Segundo o governo, depois vem o islamismo. Somadas, elas reúnem cerca de 60 milhões de seguidores. ONGs cristãs estimam que podem existir até 50 milhões nas chamadas igrejas subterrâneas, que se reúnem sem autorização do governo. Com informações Christian Post, Charisma News e Wtax.

Fonte: Gospel Prime

Portas Abertas mobiliza brasileiros em prol dos cristãos perseguidos

A mobilização tem como objetivo despertar uma Igreja livre para os sofrimentos de milhões de cristãos espalhados pelo mundo

Portas Abertas mobiliza brasileiros em prol dos cristãos perseguidos
Portas Abertas mobiliza brasileiros em prol dos cristãos perseguidos

A Portas Abertas lançou um projeto inovador para mobilizar cristãos brasileiros em favor dos nossos irmãos que moram em países onde o Evangelho é perseguido.

Com o nome de “Unidos Para Tua Glória” o projeto tem como objetivo não apenas reunir grupos de oração, mas também transformar as histórias dos sofridos em ensinamentos.

Para divulgar a campanha foi gravado uma canção interpretada pelos cantores Nívea Soares e Chris Duran. A letra da música fala sobre o processo que caminha entre a escuridão (sofrimento) e a luz (apoio).

A música recebeu o nome de “Luz na Escuridão” e vai ser o single deste projeto que vai alcançar milhões de brasileiros. “O foco do trabalho é reunir o máximo de pessoas possível para dar volume ao projeto e ecoar nos quatro cantos do Brasil acerca da causa, mobilizando brasileiros cristãos”, diz nota da Portas Abertas.

Dois vídeo clipes foram gravados pelos cantores que são os primeiros apoiadores do projeto. Através da música a Porta Abertas espera atrair pessoas que possa ajudar de alguma forma este grupo de cristãos interessados em apoiar a Igreja Perseguida.

Para divulgar e falar do trabalho foi lançado uma página no Facebook e um perfil no Twitter para dar mais informações para os interessados. Acesse pelo www.facebook.com/unidosparatuagloria e www.twitter.com/paratuagloria.

Assista o clipe:

Fonte: Gospel Prime

Marco Feliciano aparece entre os 100 mais influentes do Brasil

Ranking da Época coloca Feliciano ao lado de Dilma e Joaquim Barbosa

Marco Feliciano aparece entre os 100 mais influentes do Brasil
Marco Feliciano aparece entre os 100 mais influentes do Brasil

Desde 2007, a Revista Época, do grupo Globo, divulga uma lista dos 100 brasileiros mais influentes do ano. Se em 2011 e 2012, o pastor Malafaia estava entre os escolhidos, este ano o “representante” dos evangélicos é o pastor e deputado Marco Feliciano.

O ranking das pessoas mais influentes é divido nas categorias Líderes, Consultores, Artistas e Heróis. Além de Feliciano, aparecem nomes como a presidente Dilma, Aécio Neves, Lula, Marco Feliciano e Joaquim Barbosa.  Os outros líderes religiosos presentes são Dom Cláudio Hummes, arcebispo emérito da Arquidiocese de São Paulo e Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro que organizou a Jornada Mundial da Juventude

Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmera dos Deputados, Feliciano tornou-se um alvo constante de protestos e também de manifestações de apoio. Ao longo do ano, muito do que ele fez tornou-se notícia, em especial sua luta pela família e contra os ativistas LGBT que insistiam em persegui-lo.

Na matéria da revista desta semana, o texto sobre Feliciano é assinado pelo pastor Silas Malafaia:

“O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara causou polêmica ao defender a “cura gay” e ao se opor ao casamento homossexual.

Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, em março de 2013, Marco Feliciano tem sido alvo de críticas e rotulado como racista e homofóbico, apesar de ter origem negra e de nunca ter agredido ou matado um gay.

Suas convicções religiosas, que depõem contra temas frequentemente em pauta nas audiências públicas, como casamento gay e aborto, geraram polêmicas a partir da mobilização de um grupo minoritário que deseja criminalizar a opinião, algo extinto com o fim da ditadura militar. Por mais polêmicas que sejam as opiniões pessoais de Feliciano, ele não pode ser condenado por suas crenças nem discriminado por elas.


Gostem ou não, ele foi eleito democraticamente pelo povo e tem o direito à liberdade de culto, de pensamento e de expressão. Por isso, não se pode confundir o pastor com o parlamentar. A sociedade também tem o direito de manifestar, pacificamente, sua opinião contrária a ele. Discordar é um direito. O que não pode é tentar instaurar uma nova ditadura, para tentar perseguir ideologias políticas e crenças religiosas. É essa tentativa que tem colocado Feliciano cada vez mais sob os holofotes.”.

Fonte: Gospel Prime

Ativista diz que programas religiosos na TV ferem a Constituição

Evento realizado no Rio de Janeiro critica o aluguel de 13,5% dos horários na TV aberta para programas evangélicos

Ativista diz que programas religiosos na TV ferem a Constituição
Ativista diz que programas religiosos na TV ferem a Constituição

A membro do Conselho Federal de Psicologia e integrante da executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Roseli Goffman, disse que a transmissão de programas religiosos em rádios e TV é um desrespeito a Constituição Federal. Goffman afirma que na Carta Magna, no Artigo 19, a separação do Estado e as religiões torna proibido as concessões de rádio e TV para igrejas.

A psicóloga falou sobre o tema durante a audiência pública organizada pelo Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro tratando sobre intolerância religiosa nos meios de comunicação.

De acordo com a Agência Nacional do Cinema (Ancine) 13,5% da grade das emissoras de TV aberta está ocupada por programas religiosos, sendo a maioria deles evangélicos. Roseli critica a falta de espaço para as 140 religiões brasileiras, espaço esse conquistado apenas por quem tem poder aquisitivo para pagar os altos valores cobrados pelas emissoras.

“A ocupação desse espaço deveria seguir critérios e valores, e não somente as leis de mercado”, criticou.
No debate também estava o babalaô Ivanir do Santos que atua em defesa das religiões candomblé e umbanda. Para ele a intolerância nos meios de comunicação acontece “pela ausência ou pela negação” da cultura de matriz africana.

“Tem uma emissora que não fala da gente nem amarrado, nem quando fazemos grandes manifestações. Outras dão espaço para que nos ataquem”, disse. “O problema é fazer proselitismo no espaço público e atacar a liberdade do outro”, completou.

O procurador da República Sergio Suiama também estava presente no debate dizendo que tem questionado o aluguel desses espaços juridicamente, para poder impedir o que ele chama de “proselitismo e assegurar a pluralidade”.

“A questão é: podem essas emissoras concessionárias de um serviço público sublocar o espaço que têm, seja para vender tapete, seja para vender religião? Do ponto de vista da legislação, há uma limitação”, disse o procurador.

O problema estaria exatamente na falta de diversidade de religiões na TV e nas rádios. O procurador também se mostrou insatisfeito com programas evangélicos que ofendem as religiões afro-brasileiras. Com informações Exame.

Fonte: Gospel Prime

Depois de ser “amaldiçoado” por Valdemiro Santiago, Pânico busca bênção

Humoristas tentaram encontrar com o apóstolo Valdemiro no SBT 

Depois de ser “amaldiçoado” por Valdemiro Santiago, Pânico busca bênção

Depois de ser "amaldiçoado" por Valdemiro, Pânico busca bênção


No início do ano, o programa Pânico gerou descontentamento entre os evangélicos com o quadro “A Turma do Didimaiscedo”, que ridicularizava o bispo Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus.

Um movimento crescente criticou o programa e pediram um “boicote à Band” por causa das piadas dos humoristas que envolviam o nome de Deus. Cerca de um mês depois, o programa desistiu da paródia. O humorista Carioca afirmou na época: “Religião é difícil. Meu conteúdo estava restrito. Esse clima de incitação religiosa assusta. Não vale fazer humor com preocupação”.

Mais recentemente, quem se tornou alvo do Pânico foi o apóstolo Valdemiro Santiago. Imitado pelo humorista Gui Santana, um quadro do Pânico na Band mostra o pastor “Waldelirio” fazendo “pregações” e pedindo dinheiro.

O apóstolo ficou incomodado e respondeu publicamente os humoristas: “Vocês aí do ‘Pânico’ que ficam fazendo chacota, estão fazendo chacota de ‘Deus’. Deus vai pesar a mão em cima de vocês… [O Pânico] blasfemou, dizendo que se Jesus é prosperidade eu sou o pedágio… Se eu sou ungido de Deus a coisa vai ficar feia para o lado deles… Enquanto Deus não lhe pesar a mão, não vai aprender a ter respeito pela obra de Deus… Vai cuidar da sua vida, marginal”.

Neste domingo (8), Gui Santana e Daniel Zukerman foram para a frente do SBT tentar conversar com Valdemiro, que faria uma participação no programa Domingo Legal, apresentado por Celso Portiolli.

Os humoristas do Pânico na Band ficaram no acesso principal da emissora de Silvio Santos esperando a chegada do apóstolo. Enquanto isso, pediam a todos os demais artistas que chegavam que os ajudassem a conseguir a “bênção” para a imitação de Gui Santana. Não conseguiram. Segundo eles, Valdemiro chegou de helicóptero. Mas eles deixaram um “presente” com o humorista Pedro Manso, que também o imita.

Prometeram que vão continuar tentando. Quando ainda estava na Rede TV! o Pânico foi proibido de imitar Silvio Santos por uma liminar expedida pela justiça. Talvez temendo que Valdemiro faça o mesmo, ou apenas para não perder a piada, os humoristas sinalizam que devem continuar tentando falar com o apóstolo.

Curiosamente, durante sua participação no Domingo Legal, o apóstolo dividiu o palco com o apresentador Ratinho, em 2011 os dois trocaram ofensas públicas. Mas disseram que isso está superado e Ratinho convidou Valdemiro a ir em seu programa.

Assista:




Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Assembleia de Deus no Belenzinho batiza mais de 10 mil fiéis em 2013

O último batismo aconteceu no dia 24 de novembro na sede da igreja em SP

Assembleia de Deus no Belenzinho batiza mais de 10 mil fiéis em 2013
Assembleia de Deus Belenzinho batiza mais de 10 mil fiéis em 2013

A igreja Assembleia de Deus ministério Belém, em São Paulo, está terminando o ano de 2013 contabilizando mais de 10 mil pessoas batizadas. A sede localizada no bairro do Belenzinho realiza cerimônias de batismo a cada dois meses, reunindo novos convertidos de todos os setores da capital paulista.

O último batismo do ano aconteceu no dia 24 de novembro e 1.824 novos crentes desceram às águas recebendo o apoio dos membros, amigos e familiares que acompanharam a cerimônia.

O culto foi realizado pelo pastor José Wellington Costa Junior, que substitui o líder da AD Belenzinho, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, que está em viagem missionária na Europa.

Além de ministrar, o pastor Wellington Junior também entrou na piscina e ajudou a batizar os fiéis ao lado de outros pastores da igreja.

A Sede do Belenzinho conta com 2,5 mil templos espalhados pela cidade de São Paulo e região, igrejas que neste ano conseguiram evangelizar, acolher e acompanhar milhares de pessoas.

“Somando o número de novos irmãos batizados nos seis batismos realizados pelo Ministério, só em 2013, 10.545 novos crentes tornaram-se membros deste, que é considerado o maior Ministério das Assembleias de Deus no Brasil”, comemora o blog do pastor José Wellington.


O primeiro batismo reuniu em janeiro 1.451 novos crentes, dois meses depois, em março, foram 2.030 pessoas. Em maio a AD Belém batizou 1.462, em junho foram 1.907 e setembro 1.871.

Fonte: Gospel Prime

400 mortos durante conflitos armados de cristãos e muçulmanos

ONU pode intervir após cristãos reagirem a massacre iniciado por muçulmanos

400 mortos durante conflitos armados de cristãos e muçulmanos
400 mortos durante conflitos armados de cristãos e muçulmanos

Um mês atrás, a ONU alertou que a República Centro-Africana (RCA) é literalmente “um país sem lei”. O embaixador francês na ONU, Gerard Araud, denunciou: “Cresce a cada dia a violência no país. Os muçulmanos atacaram e massacraram igrejas e cristãos. Agora, estão surgindo milícias cristãs dispostas a enfrentar com armas os muçulmanos”.

Oficialmente, a ex-colônia francesa tem 66% de cristãos e 17% de muçulmanos. Mesmo sendo minoria, os muçulmanos querem instituir a sharia, e o conflito político se transformou em uma verdadeira guerra religiosa.

A crise começou desde que a coalizão rebelde Seleka, islâmica, depôs o presidente François Bozizé, em março. Pela primeira vez na história do país, um presidente muçulmano governa a maioria cristã. Com medo de um massacre, surgiram milícias de autodefesa cristãs “Anti-Balaka”, que apoiam o presidente deposto.

Desde a quinta-feira passada, ocorre uma onda de violência no país, que deixou até o momento cerca de 400 pessoas mortas na capital, Bangui, segundo a Cruz Vermelha. O representante do Unicef no país, Souleymane Diabaté explica que até agora já são 480.000 refugiados em todo o país, pouco mais de 10% da população do país.

“Nós assistimos neste momento a deslocamentos em massa de uma população composta majoritariamente de crianças, mulheres e de pessoas vulneráveis que não têm nada. Esses deslocamentos ficaram mais acentuados depois dos últimos ataques a Bangui e a Bossangoa”, acrescentou.

A maioria são cristãos que fogem dos grupos extremistas muçulmanos. Execuções públicas têm deixado dezenas de cadáveres empilhados nas ruas. É possível ver pessoas andando armadas com arco-e-flechas e facões. Daniel Bekele, diretor da Human Rights Watch na África afirma que o Seleka recruta “crianças a partir dos 13 anos para realizar parte destes ataques”.

A França, país que colonizou a RCA, enviou mais de 1.600 soldados ao país, em um esforço para tentar minimizar uma situação que o ministro das Relações Exteriores francês classificou como “um país à beira do genocídio”.

Até o momento não existem informações detalhadas sobre as mortes, mas há indícios que os combatentes cristãos fizeram ataques como represália a vários bairros de maioria muçulmana. As forças muçulmanas, por sua vez, estão envolvidas em execuções sumárias, incluindo casas queimadas e igrejas saqueadas.  Estariam, inclusive, invadindo hospitais e retirando os feridos nos confrontos para serem mortos em público.

O pastor Nicholas Guerékoyamé, presidente da Aliança das Igrejas Evangélicas da República Centro-Africana vem condenando a violência e pede: “Nós clamamos a todas as comunidades da República Centro-Africana a não cederem às tentações da divisão religiosa”.


A República Centro-Africana é um dos países mais pobres do mundo, tem sido assolado há décadas por golpes e rebeliões. Desde março, quando ocorreu o golpe de Estado, as forças rebeldes são acusadas ​​de dezenas de atrocidades, incluindo amarrar pessoas e jogá-los de pontes para se afogarem até queima de aldeias inteiras. Embora os muçulmanos neguem, o golpe além do aspecto político tem um forte aspecto religioso. A ONU observa o conflito atentamente e não descarta uma intervenção militar. Com informações Al Jazeera, CBN e Correio Braziliense.

Fonte Gospel Prime

sate da radio

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"Evangelizando Povos e Nações"